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Felicidade no Trabalho

 

Com Ingrid Vieira – Coach, Formadora e Palestrante em Inteligência Emocional

Contato: contact@meintheworld.net

Quando as pessoas me perguntam se sou Coach de Vida ou Coach de Trabalho, considerando que grande parte do que faço é acompanhar e inspirar as pessoas a serem suas melhores e maiores versões, a terem uma vida mais autêntica, com mais liberdade e felicidade, eu respondo que a única diferença que vejo é que no primeiro caso quem paga o processo de Coaching é o próprio cliente e no segundo caso, a empresa. Uma pessoa pode ter um problema em casa e isso impacta no trabalho e vice-versa. Somos todos únicos, 24 horas, 7 dias na semana.

A maioria das pessoas passa grande parte de suas vidas trabalhando. Entender o papel que o trabalho e o ambiente em que estamos tem na felicidade é extremamente importante.

O Relatório Mundial da Felicidade 2017 (The World Happiness Report 2017) aponta como a falta de trabalho aumenta a infelicidade.

Por felicidade, que é um conceito tão amplo, vamos considerar uma satisfação geral na vida.

De acordo com a última pesquisa da Universidade de Warwick, a felicidade deixa as pessoas 12% mais produtivas, ou seja, empresas com funcionários mais felizes ganham mais dinheiro.

Estudos mostram o que ambientes de trabalho felizes possuem:

  • Menos absentismo
  • Menor rotatividade
  • Menos stress
  • Atraem os melhores talentos
  • Mais criatividade e inovação
  • Maior satisfação e lealdade por parte dos funcionários

No entanto, iniciativas tradicionais de engajamento como programas de incentivo, academia, massagem, programas de bem-estar ou fruta grátis, que oferecem algumas empresas, nao têm mais um impacto grande e duradouro na felicidade e motivação.

 

Então, o que faz as pessoas serem feliz no trabalho?

 

A relacão entre felicidade e trabalho é uma interaão complexa e dinâmica que acontece em ambas direções.

As principais constatações do relatório mundial da felicidade incluem que ter uma renda que te permita não pensar sobre isso para fazer as suas escolhas é um fator-chave para a felicidade, mas não o único.

O equilíbrio entre trabalho e vida pessoal emerge particulamente como um profetizador da felicidade. Por exemplo, em uma recente pesquisa da Consultora Delloite com Millenials – indivíduos nascidos entre 1980 e 2000, ou seja, pessoas que cresceram num ambiente volátil, de avanços tecnológicos acelerados, com acesso a uma quantidade antes inimaginável de informação e conhecimento – foram entrevistados 7.700 pessoas, representando 29 países, todos com curso universitário e trabalhando 40 horas por semana, predominantemente em empresas com mais de 100 funcionários, do setor privado, o equilibrio entre trabalho e vida pessoal vinha antes de possibilidade de fazer carreira e é o item mais importante, depois de salário, para escolher um emprego.

Outro fatores também influenciam na felicidade como a diversidade do trabalho e a possibilidade de aprender coisas novas, o que ajuda na motivação, assim como o nível de autonomia do empregado. Além disso, a segurança e o capital social (o apoio recebido pelos colegas de trabalho) também estão positivamente relacionados com a felicidade, enquanto que trabalhos que envolvem riscos à saúde e à segurança geralmente estão associados a baixos níveis de bem-estar.

Com o objetivo de alcançar esta felicidade, em que o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal é uma das bases, o autoconhecimento por parte do trabalhador é essencial. Como uma pessoa pode equilibrar sua vida com seu trabalho seu não sabe o que é importante para ele? Seus valores, pessoais e compartilhados, o que dá sentido às suas ações, relações e permite que persigam seus objetivos de maneira significativa e com propósito e que também estejam mais conscientes do quão alinhados estão com o trabalho que realizam. E isso demanda um alto nível de comprometimento e investimento com seu próprio auto-desenvolvimento, em todos os sentidos, com a própria pessoa e com a empresa. Uma relação ganha-ganha, em que os dois lados estão comprometidos com o seu crescimento.

No livro “A Empresa mais feliz do mundo” (tradução livre para “La Empresa más feliz del mundo”), o autor e empresário David Tomas dá 11 dicas para ter um negócio feliz, dicas que podem ser transferidas para qualquer empresa (e para qualquer pessoa, afinal de contas empresas são feitas por pessoas), em qualquer parte do mundo:

1 – Pare e decida ser feliz

2 – Tome conta de sua energia

3 – Simplifique

4 – Faça o que é melhor para você

5 – Aprenda cada dia

6 – Ame o “para que” de sua empresa

7 – Aprenda a dizer não

8 – Confie

9 – Melhore a sociedade

10 – Alinhe seus valore com os da empresa

11 – A empresa feliz está em você

Para qualquer lugar de trabalho, ter funcionários felizes provavelmente é o principal fator de crescimento, produtividade e lucros.

Nesse sentido, ter alguém ou uma equipe enfocada no bem-estar e alinhada com os objetivos da empresa e com a cultura da mesma é extremamente importante. Incluindo um “treinamento de felicidade”, começando pelos diretores, que irão inspirar pelo exemplo e assumindo na prática, não na teoria, que a cultura da empresa e aberta e receptiva à mudanças. Às vezes isso pode ser difícil, mas sempre será positivo, para os dois lados, donos e funcionários, como em qualquer relação ganha-ganha.

Afinal de contas, a felicidade é contagiosa.

 

Fontes:

  • Helliwell, J., Layard, R., & Sachs, J. (2017). World Happiness Report 2017, New York: Sustainable Development Solutions Network.
  • Havard Business Review – March 20th 2017 – Does your work make you happy?
  • “La Empresa más feliz del mundo “ – David Tomás

Agende sua sessão: contact@meintheworld.net

 

 

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